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Ilustração do tema apresentado pela GridMapify.
Vertical · BESS / Energia · solar + armazenamento

Onde estudar solar e BESS? Compare terreno e rede.

Cruzamos relevo, recurso energético, rede e restrições para indicar áreas a estudar. Você recebe candidatos, mapas e pendências; conexão, outorga e licenciamento dependem de análise formal, não da triagem.

Recorte: 195 lotes BC · 331 subestações Sul ≥ 69 kV · 100% no filtro do modelo, não licença

Imagem ilustrativa

O que é site selection para BESS e renovável[INFERÊNCIA]

O que conferir no terreno? Recurso, rede e restrições.

Comparamos recurso energético, relevo e proximidade da rede. A seleção inicial orienta estudos elétricos e ambientais; não confirma outorga ou escoamento.

O estudo cita subestações de 138–230 kV. Distância e tensão ajudam a comparar localizações, mas capacidade, obras e custos dependem de análise formal de conexão.

O recorte cita 195 lotes BC e 331 subestações do Sul ≥ 69 kV. Entregamos candidatos, fontes e restrições para diligência. O filtro conservador do modelo não substitui parecer ambiental ou licença.

331
Subestações Sul ≥ 69 kV mapeadas
Proximidade mapeada · conexão depende de estudo formal

Filtros aplicados

BESS/solar não podem em qualquer terreno. ZPA, ZPP, Mata Atlântica e vegetação protegida exigem consulta às regras aplicáveis. A Lei 11.428/2006 integra a análise; o filtro conservador do modelo não substitui parecer ou licença.

  • Área entre 5.000 m² e 200.000 m² (BESS 5-30k, solar 30-200k)
  • Distância do centro da cidade > 2.000m (sem conflito de uso urbano)
  • Declividade < 15° (terreno aproveitável)
  • Zona NÃO em ZPA (preservação) NEM em ZPP (vedado)
  • Score jurídico ≥ 6.5
  • Sem Mata Atlântica estabelecida (20 anos estável)
  • Sem Unidade de Conservação no terreno
  • Sem risco de inundação (equipamento elétrico sensível)
  • Acesso BR-101 / arterial < 5km
195
Lotes BC com score ≥ 7
Score BESS do estudo · não confirma conexão
331
Subestações Sul ≥ 69 kV
Proximidade mapeada, não capacidade disponível
100%
Filtro ambiental aplicado
Cobertura vegetal + ANA + UCs

Banco proprietário Gridmapify · [INFERÊNCIA]

Candidatos BESS SC reais

5 municípios SC priorizados por critério geo-elétrico: SE ≥ 138kV, área disponível, acesso logístico e perfil de demanda. Profundidade de dossiê disponível sob contrato.

#CidadeRegiãoÁrea (ha)SE ConexãoObs.
1ChapecóOeste SC200-5.000SE Chapecó 230kVENERCAN + Aurora · demanda energia local alta
2LagesSerra SC100-2.000SE Lages 230kVVentos serranos (>6m/s) · latência SP ~800km
3PalhoçaGrande Floripa20-500SE Palhoça 138kVAcesso BR-101 · zona industrial adjacente
4NavegantesLitoral Norte SC30-500SE Navegantes 138kVPorto Itajaí 6km · corredor logístico
5JoinvilleNorte SC50-1.000SE Joinville 230kVWEG · maior PIB SC · demanda industrial

[INFERÊNCIA] ranking por heurísticas Gridmapify · [ESTIMATIVA] área disponível estimada por análise macro · validação de campo obrigatória antes de LOI.

Como funciona

Do recurso ao dossiê, em 5 passos

O recorte de 195 lotes BC orienta a triagem. O dossiê em 14-30 dias depende do escopo; não é documentação aprovada para outorga.

  1. 01

    Recurso primário

    Solar ou eólico: medimos irradiação (INPE) e vento (INMET) no ponto. Os ventos serranos de Lages (>6 m/s) ou a irradiação do Oeste definem a vocação do lote.

  2. 02

    Conexão à rede

    Distância real do lote à subestação Aneel mais próxima e sua tensão (138 / 230 kV). 331 subestações do Sul ≥ 69 kV mapeadas, conexão é o gargalo, não a terra.

  3. 03

    Terreno & declividade

    Declividade < 15° para aproveitamento (solar pede plano; eólica tolera mais). Cruzamos com área disponível e acesso BR-101 / arterial < 5 km.

  4. 04

    Arbitragem & outorga

    Perfil de PPA, demanda local e janela de leilão/outorga ANEEL. A capacidade firme de conexão fica como [HIPÓTESE] até o estudo formal da concessionária.

  5. 05

    Dossiê site selection

    5-15 candidatos para aprofundamento ambiental, elétrico e jurídico, com fontes e pendências. O dossiê apoia o comitê; não substitui os estudos exigidos para conexão ou outorga.

Ferramenta · arbitragem BESS

Em quantos anos a bateria se paga?

A bateria compra barato no vale e vende caro no pico. Ajuste o projeto e o spread — calculamos a receita e o payback ao vivo, com cada conta à mostra.

50 MW
1 MW200 MW
4 h
1 h8 h
1,0×
0,5×2×
R$ 300/MWh
R$ 50R$ 800
R$ 2.000/kWh
R$ 1.000R$ 4.000
88%
80%95%
Payback simples estimado
20,8 anos
R$ 19.272.000/ano de receita bruta · 64.240 MWh ciclados/ano
Energia armazenada
200 MWh
50 MW × 4 h
CAPEX total
R$ 400.000.000
200.000 kWh × R$ 2.000
A conta, à mostra
armazenada = 50 MW × 4 h = 200 MWh
ciclada/ano = 200 × 1,0 × 365 × 88% = 64.240 MWh
receita/ano = 64.240 × R$ 300 = R$ 19.272.000
payback = R$ 400.000.000 ÷ R$ 19.272.000 = 20,8 anos

[ESTIMATIVA]Modelo simplificado a partir dos seus inputs. Ignora O&M, degradação da bateria e regras de mercado/ANEEL — não é estudo de viabilidade.

Dentro do entregável

O que está dentro de cada site selection

Critérios, mapas e pendências por candidato. Estudos de conexão e outorga exigem documentação e análises próprias.

Conexão

Subestação e tensão pela distância real ao lote

A conexão é o que decide o projeto renovável, antes da terra. Medimos a distância real do lote à subestação Aneel mais próxima e registramos sua tensão (138 / 230 kV), entre as 331 subestações do Sul ≥ 69 kV mapeadas. Tensão maior abre espaço para mais MW de injeção.

  • 331 subestações Sul ≥ 69 kV com localização mapeada; conexão não confirmada
  • Distância real do lote à SE, não proxy de cidade
  • Tensão (138 / 230 kV) por candidato
SE de conexão · candidatos SC
Chapecó230kV
Lages230kV
Palhoça138kV
Navegantes138kV
Joinville230kV

[INFERÊNCIA] SE mais próxima por candidato · ANEEL

Recurso

Irradiação solar e vento no mesmo ponto

Cada lote recebe a leitura de recurso que define sua vocação: irradiação solar do INPE e a velocidade de vento do INMET. Lages, na Serra, registra ventos serranos > 6 m/s, perfil eólico; o Oeste e o Norte de SC tendem a favorecer fotovoltaico e BESS de injeção.

  • Irradiação solar por ponto
  • Vento INMET, Lages serrano > 6 m/s
  • Vocação solar · eólica · storage por candidato
Recurso por praça · leitura macro
Lages · Serra SCEólico · ventos > 6 m/s
Chapecó · Oeste SCSolar + storage · demanda local alta
Joinville · Norte SCStorage · maior PIB SC

[ESTIMATIVA] vocação macro · medição de campo antes da LOI

Entregável

Um dossiê que sobrevive ao estudo de conexão

Cada gleba vira uma ficha com recurso, distância à SE, declividade e veredito ambiental, com a fonte de cada número. Marcadores [FATO] [HIPÓTESE] separam o dado oficial da capacidade firme, que só a concessionária confirma, para ninguém ser surpreendido na due diligence.

  • 100% filtro ambiental aplicado (Cobertura vegetal + ANA + UCs)
  • Declividade < 15° · acesso BR-101 < 5 km
  • 5-15 sites validados · SLA 14-30 dias
Ficha · candidato BESS
Conexão à SE138 / 230 kV[FATO]
Declividade< 15°[FATO]
Mata Atlântica / UCSem flag[FATO]
Risco de inundaçãoSem flag[FATO]
Capacidade firme MVApendente ANEEL[HIPÓTESE]

Evidências do tema

O que sustenta esta análise?

Consulte a fonte primária, o período e o limite de cada referência. Estudos e notícias permanecem no acervo abaixo.

Fontes oficiais consultadas

Referências para a análise, não confirmação de ingestão, cobertura local ou operação em produção.

Critério locacional para baterias

Localização de BESS

A EPE propôs metodologia locacional para BESS em níveis regional e por barramento, com análise de margem de escoamento separada.

Empresa de Pesquisa Energética (EPE) ↗

Consulta:

Citação, período e limites
Este documento apresenta uma metodologia de critério locacional para a alocação de sistemas de armazenamento por baterias (BESS, Battery Energy Storage Systems).

EPE-DEE-NT-086/2025-REV0, novembro de 2025, página 8 do PDF.

Proposta técnica de 2025, não confirmação de regra vigente ou implantação. Não comprova conexão, margem, receita, licença ou desempenho.

Consultar 7 estudos do acervo
Consultar 6 notícias relacionadas

Contexto de terceiros, não evidência sobre um terreno. Confira fonte e data.

BESS & energia — marco 2025–2026Acervo de contexto de mercado. Referências históricas não revalidadas nesta revisão.
Mercado em números · contexto externo

BESS & energia — marco 2025–2026

215,9 GW instalados, 84,6% renováveis, e o marco do armazenamento acabou de chegar. Quem tem terra qualificada perto de subestação no Sul está sobre o próximo ativo de energia.

215,9 GW · 84,63% renovável
Capacidade elétrica instalada (Brasil)
FONTE CITADA
+7,4 GW · 136 usinas
Expansão da matriz em 2025
solar +2.816 MW · termo +2.506 MW · eólica +1.826 MW
FONTE CITADA
+9,1 GW
Expansão projetada
ESTIMATIVA
ANEEL· 2026
Lei 15.269/2025
Marco regulatório do BESS
reconhece BESS como atividade regulada · 1º leilão (LRCAP) em 2026
FONTE CITADA
~R$ 2,2 bi → R$ 22,5 bi
Mercado de BESS no Brasil
+89% em 2024 · 1,3–2,5 GWh instalados
ESTIMATIVA
Greener· 2025 → 2030
R$ 120 mi
BNDES — crédito p/ armazenamento (Ion Energia)
FONTE CITADA

Contexto de mercado de fontes de terceiros (citadas acima), apresentado como referência e distinto do dado proprietário GeoIQ/ONR. A referência interna a 455.025 matrículas e às lacunas BC não compõe nem valida os dados externos acima.

Referências externas, não revalidadas nesta revisão. Confira fonte e data antes de usar.

Energia & transmissão — Sul 2025–2026Acervo de contexto de mercado. Referências históricas não revalidadas nesta revisão.
Mercado em números · contexto externo

Energia & transmissão — Sul 2025–2026

O Sul gera energia barata e renovável. Quem tem terra perto de subestação ou na fila de conexão está sobre o ativo da transição.

4.330 MW
GD Solar PR capacidade instalada
3º estado nacional; dados mai/2026
FONTE CITADA
3.690 MW
GD Solar RS capacidade instalada
4º estado nacional
FONTE CITADA
2.220 MW
GD Solar SC capacidade instalada
8º estado nacional
FONTE CITADA
8.845,5 MW
MMGD acréscimo Brasil 2024
782.897 sistemas; PR 3º: 764,6 MW
FONTE CITADA
ANEEL· 2024
33.700 MW
Eólica Brasil total instalado 2024
RS = 5º estado; 1.103 usinas
21 projetos Zona Sul
Offshore RS projetos em licenciamento IBAMA
Área propícia litoral Sul RS: 4.372 km²
FONTE CITADA

Contexto de mercado de fontes de terceiros (citadas acima), apresentado como referência e distinto do dado proprietário GeoIQ/ONR. A referência interna a 455.025 matrículas e às lacunas BC não compõe nem valida os dados externos acima.

Referências externas, não revalidadas nesta revisão. Confira fonte e data antes de usar.

Tarifas industriais e preço spot no Sul do Brasil — 2025Acervo de contexto de mercado. Referências históricas não revalidadas nesta revisão.
Mercado em números · contexto externo

Tarifas industriais e preço spot no Sul do Brasil — 2025

Custo real da energia para grandes consumidores (DC, indústria) no Sul, comparado ao PLD spot e ao mercado livre

R$ 0,531/kWh (531 R$/MWh)
Celesc (SC) — tarifa residencial média vigente (Grupo B1)
Florianópolis 27ª mais barata do Brasil. Vigência ago/2025-ago/2026.
FONTE CITADA
R$ 0,44558/kWh (445 R$/MWh off-peak; ponta R$ 0,62798/kWh = 628 R$/MWh)
Celesc (SC) — tarifa industrial alta tensão A3a/A4 ponta (off-peak Azul, sem tributos)
Vigência 22/08/2025. Sem ICMS/PIS/COFINS. Modalidade azul A3a e A4. Ponta = 628 R$/MWh; fora-ponta = 445 R$/MWh.
+15,8%
Celesc (SC) — reajuste médio para indústria alta tensão 2025
Reajuste médio geral 13,53%. Alta tensão Grupo A recebeu 15,8%. Principal causa: CDE subiu 36% em 2025. Sem encargos o reajuste seria apenas 5,67%.
R$ 0,544/kWh (544 R$/MWh)
Copel (PR) — tarifa residencial média vigente (Grupo B1)
Curitiba — 25ª mais barata do Brasil. Vigência jun/2025.
FONTE CITADA
+2,99% (média geral 2,02%)
Copel (PR) — reajuste médio alta tensão (Grupo A) 2025
Resolução Homologatória 3.472/2025. Vigência 24/06/2025 a 23/06/2026. Menor reajuste industrial do Sul — vantagem competitiva PR.
R$ 0,551/kWh (551 R$/MWh)
CEEE Equatorial (RS) — tarifa residencial média vigente (Grupo B1)
Porto Alegre — 24ª mais barata do Brasil.
FONTE CITADA
+12,36% (média geral 19,53%)
CEEE Equatorial (RS) — reajuste médio alta tensão 2025
Vigência 22/11/2025. Alta tensão A4 off-peak: R$ 0,41390/kWh (414 R$/MWh); A2 off-peak: R$ 0,41390/kWh. Ponta A4: R$ 0,66053/kWh (661 R$/MWh). Reajuste geral 19,53% é o maior do Sul.
+12,39% média geral; alta tensão +14,14%
RGE (RS — CPFL) — reajuste médio geral 2025
Vigência 19/06/2025. A3a/A4 azul fora-ponta: R$ 285,04-536,99/MWh; ponta verde: R$ 1.693,04/MWh. Encargos Itaipu + CDE + adiamento reajuste 2024 (enchentes RS) pressionaram.
R$ 156,81/MWh
PLD médio anual — submercado Sul — 2025 (PLDx)
PLDx é preço de referência para liquidação anual. PLD spot variou amplamente: projeção FCF Sul chegou a R$ 297,40/MWh em maio 2025.
R$ 236/MWh (alta de 84% vs R$ 129/MWh em 2024)
PLD médio — 2026 (todos submercados)
Contratos trimestral saltaram 121% (R$ 143→317/MWh). Contratos 4 anos subiram 59% (R$ 147→233/MWh). Inflação IPCA no mesmo período: apenas 5%.
FONTE CITADA
Mínimo R$ 57,31/MWh; Máximo estrutural R$ 785,27/MWh; Máximo horário R$ 1.611,04/MWh
PLD — limites estruturais 2026
Piso R$ 57,31 protege geradores; teto R$ 1.611/MWh limita exposição de compradores. Submercado Sul apresentou PLD acima de R$ 200/MWh em mai/2025 por baixa previsão de chuvas.
FONTE CITADA
Acima de R$ 200/MWh; FCF projetou R$ 297,40/MWh para semana 10-16/mai
PLD submercado Sul — pico mai/2025
Comparação: Norte/Nordeste ~R$ 61/MWh no mesmo período, pois tinham supersafra eólica com limitação de transmissão. Sul pressionado por baixa pluviométrica.
FONTE CITADA
US$ 0,030/kWh (~R$ 150/MWh) — eólica onshore
Custo nivelado LCOE eólica (menor no Brasil)
Solar fotovoltaica: US$ 0,048/kWh (~R$ 240/MWh) em 2024 — subiu vs 2022 (US$ 0,042). Eólica é fonte mais competitiva no Brasil para novos projetos.
R$ 329/MWh média brasileira vs R$ 215,50/MWh média de 27 países IEA (+53%)
Tarifa industrial brasileira média — comparação internacional
BRICS (Rússia, Índia, China): média R$ 140,70/MWh — diferença de 134% contra o Brasil. R$ 103,6 bilhões em ineficiências/subsídios pesam nas tarifas em 2025.

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Geração Distribuída Solar — Brasil e ranking Sul 2025Acervo de contexto de mercado. Referências históricas não revalidadas nesta revisão.
Mercado em números · contexto externo

Geração Distribuída Solar — Brasil e ranking Sul 2025

Potência instalada, crescimento e impacto da Lei 14.300/2022 (Marco Legal GD) — SC/RS/PR no contexto nacional

42,28 GW (micro e mini)
Potência total GD solar instalada no Brasil (jul/2025)
3,77 milhões de sistemas conectados. Jan-jul/2025: adicionados 5.293,86 MW (+513 mil novas instalações), beneficiando 928 mil unidades consumidoras (663 mil famílias).
FONTE CITADA
4.062 MW — 3º lugar nacional
Ranking GD solar Brasil — Paraná (PR)
Paraná lidera entre estados do Sul. R$ 13,3 bilhões investidos acumulados. 35.862 instalações (jan-jul/2025).
FONTE CITADA
~3,69 GW — 4º lugar nacional (estimativa)
Ranking GD solar Brasil — Rio Grande do Sul (RS)
Dado de ranking consolidado 2025. RS cresce impulsionado pelo consumo rural e reconstrução pós-enchentes 2024.
FONTE CITADA
~1,4 GW — 6º lugar nacional
Ranking GD solar Brasil — Santa Catarina (SC)
R$ 7,2 bilhões investidos acumulados. Florianópolis é a CIDADE com maior potência instalada no Brasil: quase 748 MW e mais de 43 mil consumidores.
FONTE CITADA
3,77 milhões de sistemas (jul/2025)
Número total de unidades consumidoras com GD solar no Brasil
Composição: residencial ~80% (3 mi), comercial 9,91% (373k), rural 8,64% (325k).
FONTE CITADA
Fio B 45% da TUSD em 2025; payback aumenta 1-2 anos vs pré-lei
Lei 14.300/2022 — impacto Tarifa Fio B (TUSD) no payback solar
Escalonamento Fio B: 15% (2023)→30% (2024)→45% (2025)→60% (2026)→75% (2027)→90% (2028)→100% (2029). Instalações até 06/01/2023 estão isentas até 2045. Payback médio atual: 4-5 anos.
FONTE CITADA
6.829 MW de 6.843 MW totais adicionados = 99,8% solar
Crescimento GD Brasil jan-nov/2025 (fonte solar)
Solar domina absoluto o crescimento da GD. Matriz solar centralizada + GD: 52,2 GW acumulados no início de 2025.
FONTE CITADA
4,56 GW novos em 2026 (+61,7% vs 2,82 GW em 2025)
Projeção crescimento solar centralizado 2026 (ANEEL)
Dentro dos 9,142 GW totais previstos para 2026 (23,4% maior que 2025). Solar lidera; eólica desacelera (+1,44 GW, menor desde 2019).
FONTE CITADA

Contexto de mercado de fontes de terceiros (citadas acima), apresentado como referência e distinto do dado proprietário GeoIQ/ONR. A referência interna a 455.025 matrículas e às lacunas BC não compõe nem valida os dados externos acima.

Referências externas, não revalidadas nesta revisão. Confira fonte e data antes de usar.

PCHs e CGHs em Santa Catarina — potência, número e leilõesAcervo de contexto de mercado. Referências históricas não revalidadas nesta revisão.
Mercado em números · contexto externo

PCHs e CGHs em Santa Catarina — potência, número e leilões

SC lidera o ranking nacional com 255 PCHs/CGHs em operação (~1 GW), 21 em construção (144 MW) e 174 projetos planejados. O estado foi o maior habilitador no 39º Leilão ANEEL/CCEE (agosto 2025), com 27 de 65 usinas aprovadas nacionalmente.

255 unidades
PCHs e CGHs em operação em SC
SC lidera o ranking nacional; 22,3% do total nacional (1 em 5 PCH/CGH do país)
FONTE CITADA
~1 GW
Potência instalada total PCH/CGH em SC
Aproximadamente 20% da geração total de SC; fonte usa '~1 GigaWatt'
FONTE CITADA
21 unidades / 144 MW
PCHs/CGHs em construção (Programa Energia Boa)
Suficientes para abastecer mais de 200 mil unidades consumidoras
4 unidades / 18,2 MW
PCHs concluídas em 2025 (Energia Boa)
PCH Rodeio (Benedito Novo), PCH Boa Vista (Lages), CGH Hopen (Lages), CGH Treze Tílias
FONTE CITADA
27 de SC (24 PCH + 3 CGH) de 65 total nacional
Projetos habilitados no 39º Leilão ANEEL/CCEE (agosto 2025)
SC representa 42% dos projetos aprovados; 22 dos 27 estão no Programa Energia Boa
FONTE CITADA
R$ 26 bilhões / 67,4 mil GWh / 815,6 MW de 65 usinas
Volume total do leilão nacional (A-5, 2025)
Energia contratada a partir de 2030
FONTE CITADA
174 novos projetos
PCHs/CGHs em planejamento/licenciamento/construção (projeção)
100 devem iniciar obras até 2027; potencial total poderia atingir 2,5 GW
FONTE CITADA
Oeste 91, Meio-Oeste 52, Vale do Itajaí 36, Sul 24, Norte 23, Gde Florianópolis 18, Serra 11
Distribuição regional PCHs/CGHs em SC
Concentração no Oeste (Rio Uruguai e afluentes) e Meio-Oeste (bacias do Pelotas, Canoas, Peixe)
FONTE CITADA
12 usinas / 115,27 MW próprios
Usinas hidrelétricas Celesc em SC (parque próprio)
Inclui Pery (30 MW Curitibanos), Palmeiras (24,6 MW Rio dos Cedros), Bracinho (15 MW Schroeder); mais 6 em parceria = 126,51 MW combinados
FONTE CITADA
R$ 572 milhões / 6 novas subestações / +200 km linhas
Investimento infraestrutura transmissão SC (Programa Energia Boa)
Subestações em Lages, Painel, Campo Belo, Urubici, Matos Costa e Rio do Campo (região Planalto Serrano)
FONTE CITADA
Governo SC· 2025

Contexto de mercado de fontes de terceiros (citadas acima), apresentado como referência e distinto do dado proprietário GeoIQ/ONR. A referência interna a 455.025 matrículas e às lacunas BC não compõe nem valida os dados externos acima.

Referências externas, não revalidadas nesta revisão. Confira fonte e data antes de usar.

O que fundamenta a análise

As fontes oficiais por trás do score

Confira fonte, período e método de recurso, rede, terreno e restrições. Estimativas do modelo não equivalem a medições locais.

ANEELSubestações · tensão (kV) · outorga e leilões
INPEIrradiação solar · vocação fotovoltaica
INMETVelocidade de vento · perfil eólico
Modelo de elevaçãoDeclividade do terreno (< 15°)
ONRRegistro de Imóveis · matrículas e área
ONSLinhas de transmissão · rede de alta tensão
Cobertura vegetalMata Atlântica estável (20 anos)
ANAHidrografia · risco de inundação
ICMBio / UCsUnidades de Conservação · veto absoluto

Perguntas frequentes

Dúvidas comuns

Por que BESS e renovável no Sul?
O gargalo deixou de ser terra e virou conexão. O Sul combina subestações de 138–230 kV, irradiação consistente e ventos serranos (Lages > 6 m/s) com terra a uma fração do preço do Sudeste. Mapeamos 331 subestações ≥ 69 kV e medimos a distância real de cada lote à rede, é a triagem que evita meses de fila de conexão inviável.
O site selection substitui o estudo de conexão da concessionária?
Não. O score prioriza candidatos por distância à subestação, tensão, recurso e terreno, é a triagem que evita queimar tempo com lotes sem conexão. A capacidade firme de injeção é sempre [HIPÓTESE] até o estudo formal da ANEEL / concessionária confirmar o ponto de conexão. Indicamos isso em cada ficha.
De onde vêm a irradiação e o vento?
Irradiação solar vem do INPE; velocidade de vento do INMET. Usamos essas leituras para definir a vocação macro do lote (solar, eólica ou storage). A medição de campo, torre anemométrica ou piranômetro no local, é etapa obrigatória antes da LOI, e a marcamos como [ESTIMATIVA] até lá.
Qual o prazo e o que recebo?
Um site selection sai em 14–30 dias: 5–15 sites validados em ambiental, elétrico e jurídico, com distância real à SE, tensão, declividade, veredito ambiental (cobertura vegetal / ANA / UCs) e a fonte de cada número, formato pronto para comitê de investimento e protocolo de outorga ANEEL.
Serve para solar, eólica e armazenamento, não só BESS?
Sim. As mesmas dimensões (recurso, conexão à SE, declividade, risco) classificam terrenos para solar fotovoltaico (área 30–200k m²), eólica e armazenamento em baterias (BESS 5–30k m²) no mesmo motor, com a área-alvo ajustada à tecnologia. É a vertical de Energia: geração e storage na mesma camada de dados.

Energia limpa precisa de terra limpa

O sol é de graça. A conexão à rede, não.

Um projeto solar ou BESS não compra um lote, compra acesso firme a uma subestação com folga, terreno plano e licença ambiental que feche. Mapeamos 331 subestações do Sul ≥ 69 kV e aplicamos o filtro que zera ZPA e Mata Atlântica. O terreno que a fila de conexão aceita.

Site selection BESS

R$ 30-100k · 14-30 dias · 5-15 sites validados ambiental + elétrico + jurídico. Cobertura Sul + extensão BR negociável.

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Teses cruzadas

O mesmo terreno, outra tese?

Área plana com SE próxima é ótima para solar+BESS, mas também pode hospedar um data center ou galpão logístico.